Foi por causa da greve

A Harris Interactive nos EUA estudou as desculpas mais absurdas que a rapaziada tem usado para se baldar ao bules.

– Não estava sóbrio o suficiente para conduzir
– Esqueci-me que me tinham sido contratado para o emprego
– O cão estava a ter um colapso nervoso
– A avó estava a ser exumada por causa de uma investigação policial
– O dedo grande estava preso num ralo
– Um pássaro mordeu-me
– Estava chateada após assistir ao filme «Hunger Games»
– Fiquei doente após ler em demasia
– Estou a sofrer por causa de males-de-amor
– O cabelo ficou laranja após pintá-lo em casa

Agora vou trabalhar, porque o patrão não me paga para estar a escrever posts tolos.

Advertisements

“Pescador mexicano” em português tropicalizado

«Um turista passava suas férias no litoral, quando reparou em um pequeno barco na areia, que tinha acabado de voltar do mar.
Curioso, aproximou-se do pescador e perguntou:
-”Bom dia! Quanto tempo o senhor leva para pegar esses peixes?”
-”Não muito”.
-”Então por que o senhor não fica mais tempo no mar, pra pegar mais?”
O pescador explica que aquela quantidade é suficiente para suas necessidades, para cuidar da família.
-”Mas aí o senhor fica fazendo o que com o tempo que sobra?” insiste o turista.
“Ah, sei lá, depois de pescar eu arrumo minhas coisas, leio um pouco, brinco com meus meninos. Depois fico com a minha mulher… aí no fim do dia gosto de ficar vendo o sol baixar na água, depois encontro com uns camaradas meus lá na vila… vou curtindo a minha vidinha aqui”
O turista começa a enxergar um potencial enorme escondido naquela prainha e naquele pescador e interrompe animado:
-”Pois eu posso ajudar o senhor a ter uma vida boa de verdade! Vou explicar: eu sou um empresário muito bem sucedido, estudei nas melhores escolas e sei reconhecer um bom negócio. Isso aqui vale ouro. O senhor tem talento e juntos podemos transformar isso tudo”.
O pescador espreme os olhos, presta atenção e ele continua.
– “A gente faz assim: primeiro o senhor vai passar mais tempo pescando, vamos otimizar essa captação. Depois, esse volume adicional de peixes nós vamos trabalhar, vamos capitalizar. Rapidinho vai dar para investir em um barco maior. Um não, dois. Três até! Vamos ancorar uma frota inteira aqui. Nosso ROI vai ser fenomenal e vamos parar de vender para o mercado local. Pensar grande! A gente cria um site, monta um network poderoso, viraliza isso tudo e faz umas aproximações com as grandes fábricas. Ou melhor ainda, a gente arruma um angel pra montar nossa própria fábrica! Gênio! Gênio!”
-”Puxa!”, diz o pescador.
-”Peraí, tem mais! Depois dessa estruturada vamos cuidar da sua vida também! O senhor vai poder deixar esse vilarejozinho e ir morar em uma cidade grande, em uma casa enorme, com um carrão na garagem, hein? Já pensou? Viajar pro exterior…
-”E depois?” pergunta o pescador.
-”Depois? Ah… depois o senhor simplesmente vai ficar mi-li-o-ná-ri-o”
-”Milionário? Sério? E depois disso?
-”Seríssimo! Depois… ah… aí o senhor vai poder se aposentar… viver pro resto da vida de frente pro mar… pé na areia… ficar sossegado num vilarejo bonito… com seu barquinho particular… pescar uns peixinhos… ler na rede… ficar com sua esposa e com seus filhos… e passar as noites se divertindo com seus amigos…”»

Trabalha camelo

As much as they want jobs, not all workers bring what it takes to do the job. Particularly absent is a work ethic, where people stick to the job, giving it their all. Instead, some are simply slackers. Others find an office a great place to do their own business or that of their part-time jobs. In any event, simply showing up to work does not equate with doing good work or work that should receive a salary. Workers can agree that self-discipline is critical, but point to managers for creating stifling environments where no matter how well one works, there’s no recognition for it. They seem to believe that having a job and getting a salary should be motivation enough. For some, that might be true. For others, though, they need to feel that their works has some importance and is appreciated.

«Nader Ali was elated when he got his first job at a government organization. He was keen on arriving at his office on time, meeting deadlines, and impressing his managers. But eventually, his enthusiasm started fading; he became bored of his job and the routine work he had to go through every day. His energy level went down, which showed in his work. Although work is not always a bed of roses, there is no excuse for an employee to become careless or lose interest in his/her job. Both men and women want salaries on time, apart from craving for bonuses, increments, and allowances, but they do not think once of doing justice to responsibilities given to them.»

They are now figuring out a way of solving the problem, «Australian camels may soon find their way into Kingdom». Should we start thinking of such a solution. :)

Desperdício de tempo

Um alemão e a sua secretária foram apanhados por um colega no feel o’right no gabinete, enfrentam agora punições, não pelo acto mas por estarem a desperdiçar tempo de trabalho. Se era desperdício de tempo temos de perguntar à moçoila! :)

O colega ficou chocado pelo facto de nenhum deles ter picado o ponto. – Não estúpido, eles estavam a picar o ponto, mesmo! :D

A administração do banco está a lidar com o incidente apenas no que respeita ao facto dos dois estarem a desperdiçar horas de trabalho.

Humilhados na transacção

Duma forma, a rapaziada acha mais seguro e mais fácil de fazer algo que não querem fazer, ser pago por algo que realmente não sentem vontade em fazer.

De alguma forma, a malta acha que é mais arriscado e difícil viver do que gostam de fazer.

Convenceram-se a sentir-se bem quando pagos apenas se humilhados na transacção.