Pela destruição da calçada portuguesa

Frédéric Bastiat em 1850 demonstrou no panfleto “Aquilo que se vê e aquilo que não se vê” a falácia de defender a destruição como um estímulo económico.

Conta a história dum miúdo que jogava bola com os amigos e parte a janela da mercearia, na visão keynesiana, o fedelho é considerado um benfeitor para a sociedade, já que o vizinho terá que comprar um vidro novo, estimulando assim a indústria da ‘Marinha Grande’, que contrata mais pessoas e gera um círculo virtuoso. Toda a industria de colas, alumínios, distribuição beneficia do dinheiro do merceeiro que preferia tê-lo gasto doutra forma.

Este bando fez mais pela economia em algumas horas do que o ministro da tutela fez desde que lá está! :D

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