(Des)Acordo Ortográfico

A facto tecnológico é incontornável e ubíquo, já o fato é uma escolha, uma decisão, usar ou não.

Diário de Notícias, 27 de Julho de 2012, página 26.

« E, de súbito, dou-me conta do mais absurdo de tudo: as regras até podem ser ridículas, mas as excepções são muito mais ridículas ainda. Afinal, os burocratas fizeram questão de levar a sua avante, mas cederam em tudo o que achavam que podiam ceder para que a insistência não lhes explodisse na cara. O Acordo não é apenas um atentado ao bom gosto, um desrespeito por décadas de tradição literária e uma fragilização estúpida da Língua num contexto de voragem cultural global. É absolutamente incoerente – e, pior, é-o por cobardia. Retrato mais fiel da geração que levou os últimos 20 anos a discuti-lo, abandoná-lo e, enfim, implantá-lo não poderia haver,» Joel Neto.

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