Passamos a vida a elogiar chouriços?

«(…) O jornal não diz, mas em castelhano antigo “humilladero” era o lugar onde os camponeses eram julgados pela caça furtiva nas terras do senhor. Frente ao cruzeiro, o homem ouvia o castigo, de joelhos, humilhado. Em 1930, na Andaluzia, diz El Mundo, três por cento dos proprietários controlavam 48 por cento das terras. Também por causa dessa desproporção, aconteceu uma guerra civil, veio o franquismo e, finalmente, a democracia. Em 2012, na Andaluzia, os tais três por cento (ou filhos deles) controlam… 55 por cento das terras.»

Retive da entrevista de Margarida Carpinteiro duas frases : «(…)Vemos estes programas da RTP aí pela província… é deplorável. É uma tristeza. Passamos a vida a elogiar chouriços? E paios? E azeites? (…)» «(…) uma noite em que você aceita rir-se da sua própria sociedade, mas sem patetice, sem vulgaridade. Sem vul-ga-ri-da-de.(…)» O Joel Neto escreveu: «originalmente bonita e doce, condições que o seu óbvio provincianismo apenas reforçavam, (…) é hoje uma mulher de 27 anos que parece uma mulher de 47 a fingir que tem 37. Este mundo é muito cruel com a beleza feminina, de facto. Mas a boçalidade não ajuda nada. E, infelizmente, ainda não será com este exemplo que aprenderemos.»

«A nota de dívida data de 1562. Aplicados os juros de 6%, a capital alemã acumulou um calote histórico.»

 

 

 

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s