Pobre Portugalório

«Pobre Portugalório! Já me passou o azedume de outros tempos, e agora, considerando o que espera esta pobre gente, que afinal é tão boa gente, sinto dor verdadeira» in Cartas de Vila do Conde [carta a Oliveira Martins].

Antero de Quental, deixou-nos à 120 anos.

«Aspiração… desejo aberto todo
Numa ânsia insofrida e misteriosa…
A isto chamo eu vida: e, deste modo,…
»

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