Ambientalismo xenofobo

Protegemos as espécies nativas, porque são melhores para a terra ou porque não gostamos de estranhos? Os rios ocidentais são a Lampeduza biológica da castanha aquática, nos Estados Unidos fugiu do jardim botânico de Harvard.

Controlar a propagação destas e outras criaturas indesejadas tem sido uma prioridade de ecologistas e ambientalistas, “cabeças-rapadas” que patrulham o ambiente natural e protegem de intrusos os frágeis ecossistemas nativos. A ideia de dividir o mundo entre espécies nativas e não nativas está-lhes no sangue, os recém-chegados são vistos como uma ameaça, porque o mundo de que se lembram está a ser violentado, a benévola ideia de trabalharmos para manter longe, as espécies estrangeiras, dos nossos habitats, onde nos podem fazer mal, enquanto ajudamos a natureza curar o dano da civilização, radica na busca impossível de restaurar o mundo ao imaginário estado “como novo”, ao ecossistema romanceado.

É uma planta espinhosa que se espalha rapidamente e estão a ser recrutados cidadãos ​​as arrancar pela raíz para consequente “tratamento”. Mas com leite de côco, como as já comi num restaurante tailandês, são uma bela sobremesa.

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