Archives for posts with tag: science

Na “turma” que deu cabo do Bin Laden havia também um cão. Um cientista intrigou-se com o serviço dos canídeos ao serviço das forças armadas americanas.

E perguntou-se o que se será que os cães pensam.

Saber no que pensa um cão quando se está a lamber… poupem-me dos pormenores sórdidos.

Cientistas russos conseguiram «ressuscitar» uma Sylene stenophylla, da Idade de Gelo. As sementes encontradas no interior da toca de um esquilo, datam de há cerca de 30000 anos. «The plant owes its miraculous resurrection to a team of scientists led by David Gilichinsky, and an enterprising ground squirrel. Back in the Upper Pleistocene, the squirrel buried the plant’s fruit in the banks of the Kolyma River. They froze.» A planta «ressuscitada» é muito semelhante  à sua versão moderna, que ainda cresce naquela área do nordeste siberiano.

Os russos recuperaram as sementes depois de investigar dezenas de tocas de esquilos escondidas sob depósitos de gelo na margem oriental no rio Kolyma. As tocas estavam a cerca de 38 metros abaixo do subsolo, em camadas contendo ossadas de grandes mamutes, rinocerontes, bisontes, cavalos e veados. «Se tivermos sorte, poderemos também encontrar algum tecidos de esquilo congelado», disse Stanislav Gubin, um dos autores do estudo, acrescentando: «E tal poderia levar-nos directos ao mamute» e a esperança de que o icónico mamute da Idade do Gelo possa também ser «ressuscitado».

Eu já vi um filme cheio de lagartagem malvada e aquilo não acabou bem.

Parece que deus se esconde por detrás de 125 giga electrão volts no bosão de Higgs.

A confirma-se esta descoberta, abre-se a porta para explicar a gravidade porque se sabe agora de onde vem a massa, que é necessária para que essa força de atracção exista.

«A signature always reveals a man’s character – and sometimes even his name.» — Evan Esar

No 17º andar da Erasmus Medical Center em Roterdão foi desenvolvida uma variante do vírus H5N1, tão perigosa que poderia matar milhões de pessoas.

«The virus is an H5N1 avian influenza strain that has been genetically altered and is now easily transmissible between ferrets, the animals that most closely mimic the human response to flu,(…) virologist Ron Fouchier says is “probably one of the most dangerous viruses you can make”—and why he wants to publish a paper describing how they did it. Fouchier is also bracing for a media storm.»

Se este tipo for como um lá do trabalho, o melhor é mandar cobrir o perimetro, ele incluído, com cimento misturado com cianeto de potássio. Estes papa-batatas-fritas são malucos.

Não são sequer precisos 2 neurónios para se ter carácter.

Bom feitio, ou mau, comportamentos.

Ou então apenas vemos aqui que queremos ver. Será?

Toda aquela história cheirava a bafio. É certo que os neutrinos são umas “criaturas” mafarricas, raramente interagem com a matéria, o que faz deles espíritos livres. Já há mais de uma década nos surpreenderam quando chegaram primeiro à Terra do que os fotões vindos duma constelação distante. Mas foi um caso de falsa partida, quando os protões libertaram os fotões, já os neutrinos vinham a toda a brida, ainda assim os fotões vieram sempre a sapar, mas chegaram com três horas de atraso.

Se os “resultados” do OPERA estivessem correctos os neutrinos teriam chegado quatro dias antes. No que para o caso interessa, as medições das distâncias percorridas pelos neutrinos do CERN aos laboratórios em Itália foram medidas por GPS, cuja margem de erro serve para encontrarmos uma porta numa rua dentro duma cidade antes de lá chegarmos, perseguir partículas irrequietas já é outra história. Lá em cima os satélites sofrem dos efeitos da relatividade, o que lhes causa uma diferença de 64 nanosegundos, resultando numa vitória da luz por um nariz de fotão(4 nanosegundos).

Assim Alpha-Centauri continua tão inacessível quanto um passeio pela Idade Média.

Cinco médicos/investigadores alemães dedicaram-se ao estudo da traumatologia na banda desenhada do Astérix e chegaram à conclusão que nenhum romano morreu, ainda assim na sua maioria, “abananaram” com a cabeça partida, se bem que o uso de “capacete” diminuiu em 25% as fracturas.

“BACKGROUND: The goal of the present study was to analyze the epidemiology and specific risk factors of traumatic brain injury (TBI) in the Asterix illustrated comic books. Among the illustrated literature, TBI is a predominating injury pattern. METHODS: A retrospective analysis of TBI in all 34 Asterix comic books was performed by examining the initial neurological status and signs of TBI. Clinical data were correlated to information regarding the trauma mechanism, the sociocultural background of victims and offenders, and the circumstances of the traumata, to identify specific risk factors. RESULTS: Seven hundred and four TBIs were identified. The majority of persons involved were adult and male. The major cause of trauma was assault (98.8%). Traumata were classified to be severe in over 50% (GCS 3-8). Different neurological deficits and signs of basal skull fractures were identified. Although over half of head-injury victims had a severe initial impairment of consciousness, no case of death or permanent neurological deficit was found. The largest group of head-injured characters was constituted by Romans (63.9%), while Gauls caused nearly 90% of the TBIs. A helmet had been worn by 70.5% of victims but had been lost in the vast majority of cases (87.7%). In 83% of cases, TBIs were caused under the influence of a doping agent called “the magic potion”. CONCLUSIONS: Although over half of patients had an initially severe impairment of consciousness after TBI, no permanent deficit could be found. Roman nationality, hypoglossal paresis, lost helmet, and ingestion of the magic potion were significantly correlated with severe initial impairment of consciousness (p≤0.05).”

E que os franceses se dopavam. E alguns germanos também!

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