Archives for posts with tag: rugby

«O râguebi é um jogo de ataque e os seus praticantes só podem fazer do jogo um êxito pensando ou falando  acerca dele em termos de ataque. Nunca devem encarar um encontro com a ideia de que vão para o campo para defender uma das equipas mas antes meter na cabeça que vão para atacar a outra equipa. Por outras palavras, devem aprender a primeira lição do râguebi, dar o tom.

Em râguebi o objectivo é marcar ensaios. E estes não serão marcados por jogadores que vão para o campo com o fito de defender; são marcados apenas por homens pensando no jogo em termos de ataque e que transformam os seus pensamentos em acção.

Uma equipa que aprecia o êxito tem de treinar para atacar, atacar outra vez, atacar sempre.» em O ABC do Râguebi, C. K. Saxton, 1960.

A “Liga dos Campeões” de rugby do hemisfério sul introduziu nas suas regras o Cartão Branco para tornar o jogo mais mais transparente. Este cartão deve ser usado o árbitro quando se aperceba duma falta violenta, agressão, etc… sem que consiga identificar o autor para que seja posteriormente analisada e penalizada.

Não vou comparar com o que se passa com o futebol.

Aliás já que falo em futebol! SPOOOOORTING :)

«A third defeat in a row to the Welsh was always going to be hard to take but the manner of this two-point loss — after a contest Ireland should have wrapped up long before Leigh Halfpenny’s last-minute winning penalty — leaves the Irish regarding their assignment in Paris with all the enthusiasm of hobbits heading to Mordor.» Entrega, lealdade competitiva e atitude de conquista.

«(…)Bill Beaumont, ouvi-o, inflamado, dizer-me: viste isto? Respondi-lhe que sim e que achava ter sido um gesto gratuito, despropositado e inqualificável para mais num capitão da equipa nacional. Mas também acrescentei, sem retirar qualquer das qualificações, que estavamos mais perante aparência do que realidade. Falavamos, é claro, sobre a considerada – e assim presumida pelos  cerca de 3 mil espectadores que estavam no Estádio Universitário - cabeçada que o capitão João Correia teria enfiado a um inglês que víamos estendido no campo. Tentei explicar, porque, por mero acaso, estava a olhar para o local durante a paragem do jogo, que o gesto havia sido um estúpido mas mero encostar de cabeça. Mas o antigo capitão da Inglaterra e dos British Lions estava demasiado indignado para encarar a hipótese. E a posição de gloriosa superioridade do velho British Empire também não ajudava – um dos deles estava no chão, a torcer-se e isso bastava para a presunção. Sir Beaumont não queria ouvir mais nada. No sábado, no Escócia-Inglaterra, o capitão inglês Chris Robshaw encostou a cabeça – igualzinho ao João Correia – ao formação escocês, Chris Cusiter. Nada se passou, ninguém caiu – e julgo que também não terá havido nenhuma particular reacção de indignação por parte de Bill Beaumont. Tão pouco qualquer exigência de verificação vídeo por parte dele ou de outro qualquer inglês assistente ao XV Português – England Students. A diferença? A diferença esteve apenas no carácter dos opositores! Para um mesmo gesto, o escocês comportou-se com a dignidade exigível num momento daqueles – não estremeceu e mostrou ao que estava: para jogar sem se deixar intimidar; para um mesmo gesto, o student inglês comportou-se como um aprendiz de chico esperto da escola da rua e tentou fugir às responsabilidades atirando-se deliberada e dramaticamente para o chão, deixando aos espectadores a convicção do sofrimento de violentíssima repugnante agressão. Resta o facto. De um gesto desajustado ao espaço desportivo de um campo de jogo o carácter de um e outro dos visados, fez a diferença essencial: João Correia, capitão da selecção portuguesa, está suspenso da actividade de jogador; Chris Robshaw, capitão inglês, vai continuar a jogar e a capitanear a Inglaterra. Tudo por causa do outro.»

Este não é um post político.

A lenda viva do rugby league Darren Lockyer terminou ontem a sua carreira como jogador a marcar o último ensaio e a falhar “escandalosamente” o pontapé de conversão, sem comprometer a vitória da Austrália na Four Nations.

Os brasileiros dizem das selecções de rugby, “reclamaríamos deles se entendêssemos o que eles jogam”.

Assim sendo, ontem foi o jogo de despedida do “Pelé” australiano deste rugby mais duro que o habitual.

A aldeia gaulesa foi bem defendida, a atacar no início do jogo, depois a Nova Zelândia tomou a vantagem no marcador, enquanto a França mantinha o extertor bem apertado. E quando os All-Black alargaram a vantagem, receberam um contra-golpe da “besta“.

A diferença era apenas de um ponto e a tensão jogou-se até aos minutos finais, qualquer das equipas numa pequena fresta de oportunidade poderia alcançar a Webb Ellis.

Foi uma final memorável e venceram os mais determinados.

Os papa-batata-frita sagraram-se campeões do mundo de baseball. Como!?

Jogaram-se as meias-finais da Taça do Mundo de Rugby. A França ganhou à rasquinha a Gales que jogou com menos um a maior parte do encontro vítima duma arpoada. Pôncio-monteirar sobre o peso do “pescado” tem imensa graça. Os All-Blacks bateram os pouco inspirados Wallabies. Aaron Cruden, terceira escolha para médio de abertura, sobreviveu a um cancro nos ditos, revelou-se tão letal como um haka de “enterrar” o bracinho.

No ténis, Murray venceu em Shangai e passará para terceiro no ranking, à frente de Federer. Três vitórias consecutivas no Oriente, cimentam o caminho para o ano que vem e que passará também pelos jogos olímpicos.

A Àfrica do Sul eliminada no mundial de Rugby nos quartos-de-final, ainda por cima por culpa própria. Apartir de agora sou pelos três pontos para o País de Gales.

O Andy Murray vence o Rafael Nadal sem apelo nem agravo e a continuar assim arrisca-se a ultrapassar o Roger Federer no ranking ATP.

Segismundo Henriques, nascido na Ilha da Madeira, mais conhecido por Cristovão Colombo era um espião da coroa portuguesa. Rico serviço. Para além de “(…)since Columbus had lived in Lisbon and sailed in Portuguese vessels to the Gold Coast of Africa, he was not unfamiliar with barbarians.”

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